495450580893305 Bens de traficantes presos em operação da Polícia Federal em Curitiba irão a leilão

Bens de traficantes presos em operação da Polícia Federal em Curitiba irão a leilão



Os bens dos traficantes de drogas presos durante a Operação Enigma, da Polícia Federal, em novembro de 2017 começam ir a leilão no dia 24 de maio, às 10h00, deste ano. A Justiça Federal autorizou a alienação judicial através do site do leiloeiro público oficial, Guilherme Toporoski.

Entre os bens apreendidos que inicialmente vão à leilão estão uma Range Rover Sport SRV 550, ano 2015/2016, avaliada em R$500 mil, uma BMW X6 M, ano 2015/2016, avaliada em R$468 mil e um Jet Ski Sea Doo GT130 com reboque, avaliados em R$41.500. Outros bens apreendidos como um Drone Phantom 3, relógios das marcas Rolex, Bulova, Apple Watch, entre outras, além de joias como anéis de brilhante, correntes, brincos e pingentes, ainda estão em processo de avaliação e em breve também serão leiloados.

Para participar os interessados deverão ofertar lances exclusivamente pela internet no site, desde que previamente cadastrados no prazo de até 24 horas antes do início da data agendada. Os bens serão entregues livres e desembaraçados de ônus, inclusive os de natureza fiscal (art. 130, § único, do CTN).

No primeiro leilão do dia 24 de maio serão aceitos lances de valor igual ou superior à avaliação dos produtos. Caso alguns itens não sejam vendidos, ocorrerá um segundo leilão no dia 28 de maio, às 10h00, e os lances poderão ser de valores iguais ou superiores a 80% do valor de avaliação.

Segundo a Polícia Federal, os traficantes presos durante a operação eram responsáveis por parte do abastecimento de crack e cocaína em Curitiba e Região Metropolitana. Os entorpecentes vinham do Paraguai para serem distribuídos entre traficantes menores na Grande Curitiba. De acordo com as investigações, o grupo movimentava pelo menos 200 quilos de drogas por mês.

Para burlar a polícia, os investigados - um deles no tráfico há mais de 20 anos - organizaram um sólido esquema de lavagem de ativos que envolvia ocultação e fracionamento das operações financeiras a utilização de laranjas para realização de negócios envolvendo bens adquiridos pelo grupo, a compra de veículos de luxo, imóveis rurais e outros de alto padrão no litoral de Santa Catarina.

(Foto: Divulgação PF)


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