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Campina e Quatro Barras: Volta às aulas é antecipada para próxima segunda-feira


Foto: Luis Linkada

As férias de julho dos colégios estaduais de Campina Grande do Sul e Quatro Barras serão reduzidas para reposição de aulas que foram perdidas durante a greve dos servidores públicos do Paraná, que aconteceu do dia 25 de junho ao dia 12 deste mês.


A informação foi obtida com exclusividade pela reportagem do Linkada News durante uma entrevista com Márcio de Lima Bobrowc, que é vice-diretor do colégio Ivan Ferreira do Amaral Filho, localizado no Jardim Paulista, em Campina Grande do Sul, onde as aulas dos três turnos voltarão já na próxima segunda-feira (22). Bobrowc disse que houve uma reunião com a presença de representantes das instituições da região, na qual foram decididas as datas para o retorno das atividades escolares.


Inicialmente, o calendário escolar previa recesso de 15 a 26 de julho, com retomada das aulas a partir de 29 de julho. No entanto, o período letivo do segundo semestre, já com a reposição das aulas perdidas durante a greve, começará também a partir do dia 22 de julho nos colégios estaduais Campos Sales, Prefeito João Maria de Barros, Campo Terra Boa e Timbu Velho. Apenas o colégio Bandeirantes retornará no dia 25 de julho.


A equipe do Linkada News entrou em contato com as instituições de Quatro Barras e a informação foi confirmada pelo Colégio Estadual Andre Andreatta, que retornará também na próxima segunda-feira, enquanto no Colégio Estadual Arlinda Ferreira Creplive, a princípio, manteve-se o calendário com o início das aulas apenas no dia 29 de julho.


ORIENTAÇÕES – A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte do Paraná (SEED/PR) publicou na última segunda-feira (15) algumas orientações às instituições a respeito da reposição das aulas, tendo em vista o cumprimento do calendário escolar, que deve ter no mínimo, 800 horas e 200 dias letivos.


De acordo com a SEED, “a reposição dos dias não trabalhados poderá ser realizada no período de recesso escolar, a partir do dia 22/07/2019, podendo se estender ao longo do segundo semestre, incluindo sábados, em sexta aula, em contraturno e em horário especial, desde que garantida a frequência dos estudantes”.


A secretaria ainda ressaltou que devido às situações diversificadas de paralisação, como a quantidade de professores de cada colégio que aderiram à greve e faltas registradas de alunos nesses dias, os Núcleos Regionais de Educação deverão analisar cada caso específico, para que assim seja decidida a melhor forma de garantir o cumprimento das horas e dos dias letivos. Demais informações sobre as orientações feitas pela SEED podem ser verificadas aqui.

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