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Contrários à mudança na Previdência, professores retomam greve no Paraná



Cerca de 200 professores da rede estadual de ensino do Paraná retomaram hoje, por tempo indeterminado, a greve geral da categoria. O principal motivo para a paralisação é a votação do projeto de lei que promove mudanças no Regime Próprio de Previdência Social do Estado, a ParanáPrevidência. A proposta deve ser apreciada pelos deputados estaduais a partir de hoje.

A decisão de retomar a greve, interrompida em março após 29 dias de paralisação, foi tomada na manhã do último sábado (25), em assembleia realizada em Londrina. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), mais de 3 mil professores participaram da assembleia. A categoria reivindica também o reajuste salarial de 13,01%.

A Polícia Militar (PM) em reunião nesta segunda-feira (27) com a APP-Sindicato- que representa os professores da rede estadual de ensino-, afirmou que poderá usar força militar para que se cumpra a ordem judicial a pedido da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A medida determina que os professores sejam impedidos de entrar na Alep enquanto houver votação no projeto que vai definir mudanças na Paraná Previdência.

De acordo com a PM, os professores estão impedidos de transitar pelas dependências da Alep e podem se manifestar, somente, por meio de faixas, camisetas, coros e outras atitudes que não impeçam a votação, que está prevista para acontecer a partir das 14 horas.

(Foto: Repórteres de Plantão)


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