495450580893305 Escolas estaduais da RMC aderem à greve dos servidores públicos do Paraná

Escolas estaduais da RMC aderem à greve dos servidores públicos do Paraná

Diversas categorias de servidores estaduais entraram em greve nesta terça-feira (25) e se mobilizaram em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico, em Curitiba, e também em diversas cidades do interior para reivindicar ao governo uma reposição salarial de 4,94%, referente a inflação dos últimos 12 meses, e negociação dos atrasados.


Entre as instituições que aderiram à paralisação estão os colégios estaduais. Segundo informações da Secretaria Estadual de Educação do Estado do Paraná (Seed) em resposta à reportagem do Linkada News, no período da manhã foi registrada adesão total à greve em 2,4% das 2.143 escolas estaduais e adesão parcial em 27% das 2.143 escolas estaduais do Paraná.


A secretaria ainda ressaltou que a adesão parcial considera a ausência de professores e demais servidores administrativos e não significa, portanto, que os alunos ficaram sem atendimento. Na Região Metropolitana foi registrada adesão parcial em 26% das 250 escolas estaduais e adesão total em 22 instituições.


Divulgação

Já de acordo com o balanço do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Paraná (APP-Sindicato), cerca de 80% das unidades aderiram ao movimento parcial ou totalmente. Em seu site oficial o sindicato ainda informou que na noite de segunda-feira (24), a coordenação do Fórum dos Servidores (FES), da qual a APP-Sindicato faz parte, se reuniu com o governo.


Segundo a APP- Sindicato, os representantes do executivo não apresentaram propostas de atendimento da pauta dos servidores e solicitou mais prazo para atender as categorias. Mas, para o FES os prazos já expiraram, pois desde março o governo promete apresentar propostas aos servidores, o que não aconteceu até o momento.


GREVE CONTINUA – Sem avanços, a paralisação dos servidores públicos do Paraná continua nesta quarta-feira (26). Segundo o que consta no site da APP-Sindicato, a reposição das aulas que foram perdidas durante os dias de greve será negociada ao final da paralisação, para que o ano letivo seja cumprido com as horas-aulas necessárias.

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