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Extraordinárias sábado e domingo devem resolver impasse político em Quatro Barras e garantir o salár


Após polêmica entre o prefeito de Quatro Barras Angelo Andreatta (Lara) e os vereadores da cidade sobre o projeto que pedia mudança de rubrica e ameaça de cortes dos pagamentos de salários no mês de novembro e outras contas do executivo, uma reunião foi solicitada pelo chefe do executivo hoje (23). Durante toda manhã os políticos definiram sobre o novo texto abordando somente o salário do funcionalismo.

O Linkada News obteve com exclusividade a informação de que a Câmara de vereadores fará duas sessões extraordinárias neste final de semana, para solucionar o impasse. A primeira será no sábado às 09h e a outra no domingo também às 09h, para discussão e votação da nova medida que garantirá o pagamento do salário dos servidores em novembro, que segundo apurado pela nossa reportagem deve ser aprovada. As sessões serão abertas ao público que pode acompanhar as discussões e votações.

"Vamos fazer as sessões no final de semana para aprovar o novo projeto, mostrando nossa disposição em resolver o assunto, pois isso nem deveria ter sido polêmica como foi se houvesse o devido dialogo e o projeto mandado com o texto correto. Nosso compromisso é com o povo e com os servidores" disse o vereador Juninho do Posto em entrevista ao Linkada News.


A reportagem também entrou em contato com o prefeito Lara para obter mais detalhes da situação, e ele informou que retornaria mais tarde.

SOBRE A POLÊMICA - Alguns áudios circularam na tarde de ontem (22) via aplicativo de mensagens produzidos pelas próprias autoridades, primeiro do prefeito se dirigindo aos servidores e secretários e depois os vereadores Juninho do Posto e Totó se opondo as afirmações do prefeito e dando outras versões sobre o dilema.

Lembrando que em um dos áudios, o prefeito explica que a decisão de alguns vereadores em votar contra o projeto iria impossibilitar o pagamento dos servidores de Quatro Barras neste mês e por causa disso, serviços como transporte escolar, segurança pública entre outros deveriam ser suspensos via decreto. “Mais uma vez estou pedindo para vocês tornarem isso público para seus funcionários (...) e nós não temos como manter o pagamento do mês de novembro, principalmente agora no final do ano, em que são necessários ajustes das fontes de pagamento”, disse Lara.

(Foto: Luis Linkada)


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