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Família reconhece corpo da mulher encontrada morta em Quatro Barras



A mulher encontrada morta na manhã de ontem no município de Quatro Barras foi identificada no início da tarde desta terça-feira (17) no IML de Curitiba pela família. Trata-se de Juliana de Souza Godoy, de 29 anos, que encontrava-se desaparecida desde a manhã de terça-feira (16), por volta das 7h.

Preocupados com o sumiço, parentes e amigos de Juliana fizeram um apelo nas redes sociais na esperança de reencontrá-la. Infelizmente, o reencontro veio da pior forma possível, quando familiares foram até o IML reconhecer o corpo e confirmaram como sendo de Juliana.

Juliana morava no bairro Cohapar, em Campina Grande do Sul, e segundo a família, trabalhava como professora em um CMEI no município. A família já conseguiu a liberação do corpo, que está sendo velado na capela mortuária, anexo ao cemitério municipal, na sede de Campina Grande do Sul, onde será sepultado às 11h desta quarta-feira (18).

Sobre a morte


A principal causa da morte de Juliana, segundo consta no relatório emitido pelo Instituto Médico Legal de Curitiba, foi por arma de fogo. O corpo foi encontrado após uma denúncia anônima, na rua Francisco Gomes de Oliveira, próximo à BR-116, na região industrial de Quatro Barras. A vítima apresentava sinais de agressão, com corte nos pulsos e no pescoço.

No local, moradores relataram aos agentes da Guarda Municipal que já teriam visto Juliana outras vezes caminhando pela região popularmente conhecida como “Pedra do Amor”, local de intenso tráfico de drogas e prostituição.

Como Juliana não portava documentos, o Instituto de Criminalística apontou que ela poderia ter idade próxima aos 45 anos, porém, após reconhecimento da família, constatou que ela era de menor idade. Peritos afirmaram que Juliana foi morta no mesmo local, que é ermo e com pouca civilização. Com o corpo não foi encontrado nenhum objeto de valor, o que pode configurar que Juliana tenha sido vítima de latrocínio (roubo seguido de morte).

Investigação

Sobre o caso, a Polícia Civil de Quatro Barras, que também é comandada pelo mesmo delegado de Campina Grande do Sul, informou que ainda é cedo para apontar alguma motivação para o crime, no entanto, nesse primeiro momento não descarta nenhuma linha de investigação. "Conversamos informalmente com alguns familiares, em especial com o pai de Juliana. Vamos aguardar esse momento de luto da família para prosseguir com as investigações, buscando ouvir amigos próximos e colegas de trabalho dela. A princípio vamos trabalhar com todas as hipóteses possíveis para esse crime", disse o delegado João Marcelo Renk Chagas.

(Foto: Arquivo Pessoal e Colaboração)


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