495450580893305 Instituto Ambiental do Paraná fecha por 15 dias unidades de conservação estaduais

Instituto Ambiental do Paraná fecha por 15 dias unidades de conservação estaduais


A Federação Paranaense de Montanhismo (Fepam) emitiu uma nota de esclarecimento informando que o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) determinou o fechamento das unidades de conservação estaduais para visitação pública pelo prazo de 15 dias a partir de ontem, quinta-feira (24).


Serão doze unidades que estarão fechadas nas datas citadas anteriormente, sendo elas: Parque Estadual do Boguaçu; Parque Estadual Pico Paraná; Parque Estadual Roberto Ribas Lange; Parque Estadual do Palmito; Parque Estadual da Graciosa; Parque Estadual do Pau Oco; Parque Estadual Rio da Onça; Parque Estadual das Lauráceas; APA Guaratuba; APA Guaraqueçaba e AEIT Marumbi.


Sobre a unidade que fica no Parque Estadual da Serra da Baitaca, a Fepam disse que o acesso em Quatro Barras estará sendo permitido na entrada da unidade somente às montanhas Anhangava e Pão de Loth. O Caminho do Itupava seguirá fechado, com a permissão de passeios até a região da Casa do Ipiranga.


ORIENTAÇÕES – A Fepam ainda solicitou que montanhistas, escaladores e demais esportistas, mesmo devidamente vacinados, evitem se dirigir a estes parques no período do fechamento, ou até que sejam devidamente liberados e, sobretudo, que evitem conflito nos postos de controle tentando forçar passagem.


Já o IAP esclareceu que os pesquisadores que necessitarem acesso às estações ecológicas deverão comprovar a vacinação contra febre amarela com a apresentação da carteirinha respectiva. A determinação se deu em caráter preventivo, em face de incidente envolvendo macacos encontrados em Antonina esta semana com suspeita de terem contraído febre amarela e por conta da ocorrência de novos casos de febre amarela em cidades paulistas, próximas à divisa com o nosso estado.


Ainda não está confirmado cientificamente se os macacos estavam infectados com o vírus da febre amarela, pois as análises laboratoriais deverão demorar alguns dias para serem concluídas. Independente disso, ressalta-se que os macacos não são os transmissores da febre amarela, e que o adoecimento e morte destes animais é um alerta importante para os seres humanos de que mosquitos com o vírus estão presentes na região, ajudando os órgãos competentes a adotar ações preventivas, como as que estão ocorrendo.


Também foi recomendado à toda comunidade, em especial à comunidade montanhista, preventivamente, que se vacinem contra a febre amarela, em razão do aumento no número de casos no estado de São Paulo nas últimas semanas e à suspeita de que a doença possa chegar ao Paraná. A vacina é gratuita, e está sendo fornecida em 110 postos da rede pública de saúde de Curitiba (http://www.curitiba.pr.gov.br).


Por fim, o órgão frisou sobre o pedido dos órgãos ambientais e de saúde, para que sejam notificados a eles quaisquer avistamentos de macacos na região litorânea da serra do mar, vivos ou mortos, se possível com coordenadas de GPS para monitoramento. Nestes casos, pede-se informar diretamente a Secretaria de Meio Ambiente do município mais próximo, ou o IAP, pelos telefones (41) 3213-3462 ou (41) 3213-3830.


(Foto: Divulgação/IAP)

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