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Moradores protestam contra o aumento de diárias proposto pelos vereadores de Quatro Barras


A sessão toda foi marcada por protestos organizado por meio das redes sociais. Um grupo de aproximadamente 15 moradores se reuniu no Plenário da Câmara de Quatro Barras contra o Projeto de Resolução 03/2017, que aumentou de cerca de R$ 300,00 para R$ 700,00 o valor das diárias repassadas aos vereadores. A proposta foi aprovada por cinco votos a favor e quatro contra, na sessão realizada na semana passada (04 de setembro).

Os manifestantes organizam um movimento para coleta de assinaturas que pede a revogação do projeto. Cartazes contrários ao aumento também foram usados durante a sessão. A todo momento, manifestantes interrompiam os vereadores pedindo explicações sobre o tema.

Os ânimos se exaltaram assim que a reunião foi encerrada, quando os manifestantes iniciaram um protesto verbal contra os vereadores que deixavam a sessão. Uma equipe de TV que esteve acompanhando a reunião tentou conversar com os vereadores durante a gritaria, mas eles deixaram o Plenário sem falar com a imprensa.

Agentes da Guarda Municipal estiveram garantindo a ordem na sessão, que apesar de terminar de forma conturbada, não registrou nenhum incidente policial.

Veja o vídeo da reportagem:


Votação

Votaram a favor do aumento das diárias os vereadores Antonio Cezar Creplive (Totó), Gilson Rodrigues Cordeiro (Gilsinho), Vânia de Lara Araujo, Vandir Rodrigues (Careca) e Mauro dos Santos (Maurinho).

Os votos contrários aos projetos ficaram por conta dos vereadores André Luiz Barcia (Dr André), Sandro Eleno Andreatta (Prof. Leno), Wagner Pertel dos Santos (Vaguinho) e Paulo Cesar de Lima Junior (Juninho do Posto).

Parecer dos vereadores

O presidente da Câmara, vereador Gilson Rodrigues Cordeiro (Gilsinho) - (PSC), preferiu não dar entrevista, mas comentou que mesmo com o aumento aprovado, as diárias ficam com valores equivalentes se comparadas com municípios vizinhos, e que atualmente, os parlamentares estariam deixando de viajar para Brasília e demais localidades porque não teriam condições de arcar com as despesas do próprio bolso.


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