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  • Foto do escritorLinkada News

Paquistanesa Malala, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz esteve no Brasil em debate sobre causas sociai


“Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo”, disse Malala durante seu discurso na ONU, em 2013


Uma instituição bancária juntamente com o Instituto Alana convidaram Malala, a jovem paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2014, para participar de um debate sobre educação para as mulheres e direitos femininos. O evento fechado aconteceu no Auditório do Iberapuera, em São Paulo, dia 9 de julho. A jovem também pôde conversar com alguns líderes ativistas brasileiros, como a escritora Conceição Evaristo e Dagmar Rivieri, fundadora e presidente da ONG Casa de Zezinho.

Sobre o Brasil, a ativista disse que quer fazer com que as 1,5 milhões de meninas que estão fora da escola tenham acesso a educação. E quer também promover a educação entre as comunidades menos favorecidas do Brasil, principalmente as afro-brasileiras. “Trabalhando junto com os defensores da educação e podendo dar a todas as pessoas, que vem de camadas menos privilegiadas, a esperança de que todos em volta se sintam seguras em receber educação de alta qualidade”, afirmou Malala.

A ativista, de apenas 21 anos de idade, ficou mundialmente conhecida por lutar pelo direito das meninas a educação, após sofrer um atentado cometido pelo Talibã. Em 2012, com 15 anos, ela foi baleada na cabeça ao voltar da escola. Atualmente, Malala vive na cidade de Birmingham, Inglaterra, com sua família. Estuda filosofia, política e economia na Universidade de Oxford.

Em 2013, a ativista estampou a capa da revista Time, como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. No mesmo ano, fez um discurso na Organização das nações Unidas (ONU). “Os terroristas pensaram que eles mudariam nossos objetivos e eliminariam nossos desejos, mas apenas uma coisa mudou na minha vida: a fraqueza, o medo e a falta de esperança morreram, enquanto a força, o poder e a coragem nasceram”, disse. Ela também lançou uma biografia, um documentário e criou sua própria fundação que apoia ativistas que defendem o direito das meninas a educação. (Foto: Divulgação Internet)


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