495450580893305 Polícia de Quatro Barras prende suspeito de assassinar professora; crime foi passional, aponta inves

Polícia de Quatro Barras prende suspeito de assassinar professora; crime foi passional, aponta inves



Um homem identificado como Luiz Marcelo Sampaio, 35 anos, suspeito de matar a professora Juliana dos Santos Godoy, foi preso nesta semana pela Polícia Civil de Quatro Barras. O crime aconteceu no dia 16 de janeiro de 2017.

De acordo com a Polícia Civil do município, a motivação do assassinato seria passional (Crime cometido por pessoa dominadora, e sem o domínio de suas emoções, que mata por ciúme, sentimento de traição ou vingança).

Conforme as investigações, o homem não aceitou o fim do relacionamento amoroso com Juliana e resolveu assassiná-la. A professora decidiu pôr um fim na relação após descobrir que seu “ficante” era casado.

Segundo o delegado Luiz Carlos de Oliveira, que assumiu o caso em agosto de 2017, o suspeito mesmo após o término insistia em reatar o relacionamento com Juliana, tanto que antes do crime, ele tentou convencer Juliana que havia se separado da esposa. Na data do crime, Sampaio marcou um encontro com a vítima, onde veio a assassiná-la.

A Polícia chegou até o suspeito devido as várias contradições ditas por ele durante a investigação. Sampaio, porém, nega que tenha praticado o crime. A Polícia trabalha para identificar se houve a participação de outras pessoas no assassinato.

Crime brutal

Juliana foi morta, segundo constataram os peritos do Instituto de Criminalística na época, de forma brutal. O corpo foi encontrado numa rua próxima à BR-116, na região conhecida como “Pedra do Amor”, local de intenso tráfico de drogas e prostituição. A vítima apresentava sinais de violência, como corte de faca no pescoço e pulsos.

Apelo da família

Devido ao sumiço de Juliana na época, parentes e amigos fizeram um apelo nas redes sociais na esperança de reencontrá-la. Infelizmente, o reencontro veio da pior forma possível, quando familiares foram até o IML, no dia seguinte, reconhecer o corpo.

Juliana morava no bairro Cohapar, em Campina Grande do Sul, e segundo a família, trabalhava como professora num CMEI no município.

(Foto: Reprodução Facebook)


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