495450580893305 Vereador Oliveira da Ambulância é preso tentando passar cheques fraudados

Vereador Oliveira da Ambulância é preso tentando passar cheques fraudados



O vereador de Colombo, Joaquim Gonçalves de Oliveira, 63 anos, conhecido como Oliveira da Ambulância (PTB) foi preso na tarde desta quinta-feira (29) no bairro Portão em Curitiba no momento em que tentava trocar dois cheques fraudados com um comerciante da região. O valor dos cheques somam R$ 5 mil.

De acordo com informações apuradas pela polícia, Oliveira abordou um comerciante da região e apresentou dois cheques para serem descontados. O vereador disse que teria recebido o dinheiro após a prestação de um serviço e que voltaria no dia seguinte para buscar a quantia. Segundo o delegado, o parlamentar já havia tentado descontar outros cheques com o mesmo comerciante.

Ao desconfiar da procedência dos cheques, já que no mês anterior o comerciante havia devolvido dois cheques de procedência ilícita para o vereador, a vítima procurou a polícia. “Os investigadores se deslocaram até o local, onde constataram a fraude e deram voz de prisão ao vereador no momento em que tentava receber os valor do comerciante”, explica o delegado-titular da DEDC, Wallace de Oliveira Brito. O vereador foi levado pelos policiais para a Delegacia de Estelionato em Curitiba. O delegado responsável estipulou uma fiança de R$ 3 mil para o parlamentar que deve responder pelo crime de estelionato.

Outras prisões

Esta não foi a primeira vez que o Oliveira da Ambulância esteve preso. Em junho de 2007, o vereador teve que se explicar na Justiça após ser acusado de acorrentar e espancar seu enteado, de 9 anos. No mesmo ano, o Conselho de Ética da Câmara de Colombo pediu a cassação do mandato de Oliveira que acabou sendo absolvido por um voto de diferença. Ainda em 2007, Oliveira foi detido outras duas vezes.

Em 2011, Oliveira foi preso em flagrante pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) dentro da Câmara, acusado de ficar com parte dos salários de seus assessores na Câmara de Colombo. Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público do Paraná, na época, Oliveira reembolsava parte dos salários de três dos seus assessores, que recebiam cerca de R$ 3,9 mil por mês cada.


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