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O ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, finalmente foi agraciado nesta quarta-feira (19), com o título de cidadão honorário de Campina Grande do Sul, em reconhecimento aos seus relevantes serviços prestados à comunidade do município da Região Metropolitana.


A cerimônia ocorreu no Plenário da Câmara Municipal de Campina e contou com a presença dos legisladores e alguns secretários campinenses e de autoridades locais, entre eles o prefeito Luiz Carlos Assunção, a Juíza de Direito da Comarca Municipal Dra. Paula Candeo, o presidente da Associação Comercial e Industrial Luiz Jair Minatti e o prefeito em exercício da cidade vizinha de Quatro Barras Jarbas Mocelin.

Este reconhecimento indica uma homenagem e apreço dos propositores que representam o município pelos seus serviços ou contribuições à cidade. A concessão de títulos de cidadania honorária é uma prática comum para honrar indivíduos que se destacam em diversas áreas e que, de alguma forma, contribuíram para o desenvolvimento ou bem-estar da comunidade.


Foto: Diego Tiller
Foto: Diego Tiller

A honraria oferecida por Campina Grande do Sul ao ex-prefeito Rafael Greca já era um assunto na casa de leis campinense, tendo sido anunciada oficialmente ainda em 2023, inclusive sendo destaque no site da Prefeitura de Curitiba, porém, por várias razões, de agenda e calendário político, somente agora foi possível entregar oficialmente o Título de Cidadão Honorário.


A Sessão Solene foi transmitida ao vivo pelas redes sociais da Câmara Municipal.


Transmissão da Sessão Solene via Câmara Campina

As cidades de Campina Grande do Sul e Quatro Barras foram contempladas com recursos do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), no evento 'Saúde em Movimento', que aconteceu entre os dias 11 e 13 de março, em Foz do Iguaçu, na região Oeste.


O evento teve como objetivo, atualizar gestores, prestadores e trabalhadores da área em ações estratégicas para o fortalecimento da Rede de Atenção à Saúde do Estado e também foi palco para o anúncio feito pelo Governador Carlos Massa Ratinho Junior e pelo Deputado Federal licenciado e Secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, dos repasses no montante de R$ 600 mil para Campina Grande do Sul e R$ 316 mil para Quatro Barras. Os valores estabelecidos seguiram a proporção de habitantes de cada cidade.


Os investimentos serão aplicados no atendimento ambulatorial que engloba os serviços de saúde realizados sem a necessidade de internação. Isso inclui consultas médicas, exames, pequenas cirurgias e procedimentos que permitem ao paciente receber o cuidado necessário e retornar para casa no mesmo dia. Esse tipo de atendimento é fundamental para prevenir complicações e garantir diagnósticos rápidos, evitando a sobrecarga dos hospitais.


O recurso também deve agilizar os processos relacionados a média e alta complexidade, que referem-se a procedimentos que exigem mais tecnologia, especialização e estrutura. Os de média complexidade incluem exames como tomografias, endoscopias, ultrassonografias, além de consultas com especialistas. Já os de alta complexidade envolvem tratamentos mais avançados, como cirurgias especializadas, hemodiálise, quimioterapia e terapia intensiva.


Segundo Ratinho Junior, o objetivo é ampliar a regionalização da saúde no Estado.

“No passado, as pessoas chegavam a andar 250 quilômetros para conseguir uma consulta com cardiologista. Estamos mudando essa realidade, trabalhando muito para fazer com que a saúde fique mais perto das pessoas”, acrescentou. “Sabemos que é um trabalho constante, nunca para, por isso fizemos um planejamento para que pudéssemos deixar esse atendimento cada vez melhor e mais perto do cidadão.”
Foto: Jonathan Campos/AEN
Foto: Jonathan Campos/AEN

A garantia do envio destes recursos tiveram diretamente a mediação da vereadora de Campina Grande do Sul Leide de Souza (PSB) e do vereador de Quatro Barras Anderson Mendonça - Rato (REPUBLICANOS), que estiveram representando seus respectivos municípios nas reuniões e tratativas do evento 'Saúde em Movimento'.


A parlamentar campinense que está em seu primeiro mandato, ressaltou a necessidade da rotina em investimentos na área da saúde pública na cidade.

"Precisamos sempre trabalhar para quem mais precisa e para que os investimentos em saúde sejam rotina, afinal, nosso povo campinense quer, merece e precisa ser bem atendido, sem distinção" disse.
Foto: Divulgação Redes Sociais Leide de Souza junto com Secretário Estadual de Saúde Beto Preto
Foto: Divulgação Redes Sociais Leide de Souza junto com Secretário Estadual de Saúde Beto Preto

Para o vereador Anderson Mendonça (Rato), o trabalho do vereador deve ir além de sua obrigação prevista em lei, colaborando com objetivo de sanar os diversos problemas que uma cidade tem, em especial a saúde pública.

"Nosso trabalho sempre foi e sempre será em busca de melhorar a vida das pessoas. É um privilégio poder cumprir o que propomos em campanha e atender o nosso povo" exclamou

Foto: Divulgação redes sociais vereador Rato em reunião com Secretário de Saúde Beto Preto, assessores e o ex-prefeito de Campina Grande do Sul Bilh Zanetti
Foto: Divulgação redes sociais vereador Rato em reunião com Secretário de Saúde Beto Preto, assessores e o ex-prefeito de Campina Grande do Sul Bilh Zanetti

Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, os investimentos fazem do Paraná referência nacional no setor.


“Essa é a força da saúde do Paraná. Somos o Estado que mais faz captação de órgãos, o que mais faz consultas de pré-natal e temos o maior programa de cirurgias eletivas do Brasil. Hoje o governador está liberando quase R$ 1,2 bilhão em recursos para todos os municípios dentro dos nossos programas”, ressaltou. “É uma celebração, mostrando que o Estado consegue gastar corretamente seus recursos, com dinheiro em caixa e incentivando as boas práticas.”



Publicado primeiro em Banda B A jovem Thathyele Alves da Silva, de 25 anos, morreu no hospital na última quinta-feira (20), em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), dois dias depois de perder o bebê dentro da ambulância. Conforme apurado pela RICtv, familiares da vítima denunciaram o Hospital Angelina Caron pela demora no atendimento. Thathyele Alves da Silva morreu dois dias depois de perder o bebê.

Grávida de 7 meses e diagnosticada com tuberculose no início deste ano, Thathyele esperou por mais de três horas dentro de uma ambulância, no dia 18 de fevereiro, em razão da falta de leito no hospital.

De acordo com o marido dela e pai do bebê, Gian da Silva, a jovem estava no hospital pela manhã e recebeu alta, voltando para casa. No final da tarde, a vítima sentiu fortes dores e acionaram o Samu.


Foto: Reprodução/RICtv
Foto: Reprodução/RICtv

“Chamamos a ambulância, que chegou rapidamente no hospital, porém informaram sobre a falta de leito. Minha esposa estava com 2 cm de dilatação, minha mãe falou para fazerem cesárea e disseram que não, que iam dar injeção para segurar. Se tivessem feito a cesárea, ela e meu filho estariam vivos” afirmou Gian.

O bebê faleceu dentro da ambulância. Após três horas de espera, a jovem foi internada e recebeu atendimento médico. Porém, dois dias depois veio a óbito. Conforme Gian, foram diversas internações em um curto período de tempo e nada era feito.


“Internavam e depois de um, ou dois dias, ela ganhava alta. Algumas vezes voltei no mesmo dia da alta porque ela estava mal, com falta de ar, dores no corpo, estava muito fraca” explicou Silva.

Durante a espera, os familiares também relataram que, além das outras prioridades, viaturas com presos passavam na frente das ambulâncias.


“Eu entrei várias vezes no hospital, quase derrubava as portas para alguém fazer algo, e não faziam nada. Lá, a prioridade era o preso. As viaturas chegavam e entravam direto, enquanto a fila de ambulância só aumentava” disse a tia de Thathyele, Janaína Borges.

Ainda segundo Janaína, a família irá entrar na Justiça em razão da demora do hospital para atenderem a jovem gestante.


“Vamos brigar na Justiça, isso não vai ficar assim. Foram duas vidas perdidas e quantas outras podem ir também. Então queremos justiça” complementou.

O que disse o hospital


A Banda B teve acesso a nota divulgada pelo Hospital Angelina Caron, responsável pelo atendimento da vítima. O hospital lamentou profundamente o desfecho do caso e se solidarizou com a família e amigos de Thathyele. Além disso, informaram todo o atendimento prestado à vítima e alegaram que “seguiram todo o cuidado que uma gestação de alto risco exige”.


Leia a nota na íntegra:


O Hospital lamenta profundamente o desfecho do caso e se solidariza com a família e amigos da paciente neste momento de dor. Esclarecemos que, desde janeiro, a paciente já recebia acompanhamento médico para diversas comorbidades e uma doença contagiosa (tuberculose) diagnosticadas pela instituição de origem e que não iniciou suas consultas de pré-natal nesta unidade hospitalar.

Seguindo todo o cuidado que uma gestação de alto risco exige, no dia 15 de fevereiro, a paciente deu entrada no Pronto-Socorro relatando dores abdominais no momento da admissão. Durante três dias de internação, ela recebeu atendimento conforme todos os protocolos médicos.

Após estabilização, recebeu alta na manhã do dia 18. Na noite do mesmo dia, a paciente retornou ao hospital e ficou na UTI Móvel, com acompanhamento médico, até ser admitida em um quarto isolado, devido à gravidade do caso, comorbidade pré-existente e tuberculose. A paciente tinha um quadro clínico com diversas comorbidades graves e faleceu na noite do dia 20, mesmo com todo o atendimento prestado. O hospital respeita a privacidade dos pacientes e segue a LGPD, que não autoriza a divulgação de informações pessoais.









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