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A manhã deste domingo (4) foi marcada por um cenário de mistério e comoção em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba. O corpo de uma mulher foi encontrado boiando em uma cava de água localizada em um terreno baldio na Rua Alberto Santos Dumont, nas proximidades de uma empresa do ramo de granito.


O Corpo de Bombeiros foi acionado após moradores da região perceberem a presença do corpo na água. Ao chegarem ao local, as equipes confirmaram o óbito e iniciaram os procedimentos de resgate, com o isolamento da área para o trabalho das autoridades.


Foto: Colaboração.
Foto: Colaboração.

Vítima ainda não foi identificada

De acordo com informações apuradas pelo Portal Linkada News, a vítima é uma mulher jovem, com idade estimada entre 25 e 30 anos. Ela vestia shorts e top, possuía diversas tatuagens pelo corpo e, até o momento, não portava documentos que possibilitassem sua identificação imediata.


Até o fechamento desta matéria, nenhum familiar havia comparecido ao local para reconhecimento do corpo, e também não há registro oficial de desaparecimento que corresponda às características da vítima.


Afogamento é a principal hipótese inicial

Segundo os primeiros levantamentos realizados no local, não foram constatados sinais aparentes de violência. Diante disso, a hipótese inicial trabalhada pelas equipes é de afogamento acidental.


Moradores relataram ainda que houve movimentação de pessoas na região ao longo do sábado (3), o que pode indicar que o óbito tenha ocorrido horas antes da localização do corpo.


Investigação segue em andamento

A Polícia Científica do Paraná foi acionada para a realização da perícia e dos exames que irão apontar, de forma conclusiva, a causa da morte. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde passará por exames complementares.


As autoridades ressaltam que nenhuma hipótese está descartada até a conclusão dos laudos periciais. O caso segue sob investigação e novas informações devem ser divulgadas nos próximos dias.


O Portal Linkada News acompanha o caso e trará atualizações assim que houver novidades oficiais.

O desaparecimento de Roberto após um episódio no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, mobilizou equipes de resgate, voluntários e chamou a atenção de toda a Região Metropolitana de Curitiba. O caso, que gerou grande apreensão, teve um desfecho positivo após o próprio Roberto entrar em contato com a família, informando que estava em segurança, em uma fazenda no município de Antonina, no Litoral do Paraná.


Foto: Arquivo pessoal de Roberto
Foto: Arquivo pessoal de Roberto

O que aconteceu durante a trilha

De acordo com a apuração do Portal Linkada News, Roberto desapareceu na manhã do dia 1º de janeiro, após realizar a trilha do Pico Paraná acompanhado de uma mulher, inicialmente identificada como sua “amiga”. Durante a descida, ele acabou sendo deixado para trás, permanecendo sozinho em uma área de mata fechada, de difícil acesso e sem comunicação.



Foto: Redes Sociais
Foto: Redes Sociais

As circunstâncias do abandono levantaram questionamentos e aumentaram a preocupação de familiares e amigos, principalmente diante das condições climáticas e da complexidade do terreno.


Quatro dias desaparecido

Sem conseguir retornar ou pedir ajuda, Roberto ficou desaparecido por cerca de 96 horas, o equivalente a quatro dias completos. O contato com a família só foi restabelecido na manhã do dia 5 de janeiro, quando ele conseguiu informar sua localização.


Durante esse período, o desaparecimento gerou grande comoção e uma ampla mobilização de buscas.


Força-tarefa com equipes oficiais e voluntários

Equipes oficiais de resgate, incluindo o Corpo de Bombeiros e forças de segurança, atuaram na região do Pico Paraná desde o registro do desaparecimento. Paralelamente, um forte movimento de voluntários, formado por montanhistas experientes, trilheiros e moradores da região, se organizou de forma solidária para auxiliar nas buscas.


Os voluntários reforçaram trilhas, mapearam possíveis rotas e ajudaram no compartilhamento de informações, desempenhando papel fundamental durante toda a operação.


Vídeo revela ferimentos e dificuldades enfrentadas

O desfecho do caso veio à tona por meio de um vídeo gravado pelo próprio Roberto, que passou a circular nas redes sociais. Nas imagens, ele aparece falando diretamente com a família e detalha as dificuldades enfrentadas durante os dias em que esteve desaparecido.


Roberto relata que sofreu uma queda durante o percurso, apresentando roxos visíveis pelo corpo e diversas escoriações. Ele também afirma que perdeu seus óculos de grau na queda, ficando com a visão comprometida, o que dificultou ainda mais sua locomoção e orientação em meio à mata.


Localização em Antonina trouxe alívio à família

No vídeo, Roberto confirma que conseguiu ajuda e informa estar em uma fazenda no município de Antonina, encerrando o período de incerteza e trazendo alívio a familiares, amigos e a todos que acompanharam o caso.


Alerta sobre os riscos de trilhas em áreas de montanha

O caso reacende o alerta sobre os riscos das trilhas em áreas de alta complexidade, como o Pico Paraná, especialmente quando há falhas de planejamento, separação entre integrantes do grupo ou falta de equipamentos adequados.


Ao mesmo tempo, a ocorrência evidencia a importância da rápida mobilização das equipes de resgate e, sobretudo, da atuação dos voluntários, cuja solidariedade foi decisiva para o desfecho positivo do caso.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) inaugurou, nesta segunda-feira (20), uma sala de acolhimento na delegacia de Quatro Barras. O espaço foi criado para oferecer atendimento especializado e reservado às mulheres vítimas de violência, com foco na escuta qualificada e na facilitação das denúncias.


De acordo com a delegada da PCPR Gessica Andrade, a sala foi especialmente preparada para proporcionar acolhimento e conforto, contando com uma pequena brinquedoteca e uma poltrona de amamentação a fim de amparar as mães que chegam acompanhadas de seus filhos. 

PCPR inaugura espaço exclusivo para acolhimento de mulheres em Quatro Barras - Foto: PCPR
PCPR inaugura espaço exclusivo para acolhimento de mulheres em Quatro Barras - Foto: PCPR

Além disso, o atendimento é realizado exclusivamente por servidoras mulheres a fim de reforçar a empatia e a sensibilidade no acolhimento.


“Queremos que cada mulher que procure a delegacia se sinta amparada e respeitada. Esta Sala Lilás simboliza esse cuidado e reforça o compromisso da unidade no enfrentamento à violência de gênero.”

A iniciativa integra as ações da Polícia Civil do Paraná voltadas ao atendimento humanizado às mulheres, em conformidade com a Lei Maria da Penha.


DENÚNCIAS - A PCPR reforça o compromisso com a proteção de crianças, adolescentes e mulheres vítimas de violência. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.


Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

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