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Por Adilson Santos O domingo (24) foi marcado por dor e comoção com o sepultamento das nove vítimas da explosão ocorrida no último dia 12 de agosto na fábrica Enaex Brasil, em Quatro Barras.


As cerimônias fúnebres reuniram familiares, amigos, colegas de trabalho e moradores que prestaram suas últimas homenagens. Os sepultamentos aconteceram em diferentes locais, incluindo o Cemitério Municipal de Campina Grande do Sul. A Câmara Municipal também abriu espaço para velórios, além da Funerária Espírito no Jardim Paulista.


Os fragmentos mortais foram entregues às famílias na data de ontem sábado (23), após conclusão do processo de identificação realizado pela Polícia Científica do Paraná.


Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Locais de sepultamento das vítimas

Pablo Correa dos Santos – sepultado em Pinhais


Cleberson Arruda Correa, Jessica Aparecida Alves Pires e Roberto dos Santos Kuhnen – sepultados em Quatro Barras


Eduardo Silveira de Paula, Márcio Nascimento de Andrade, Camila de Almeida Pinheiro e Francieli Gonçalves de Oliveira – sepultados em Campina Grande do Sul


Simeão Pires Machado – sepultado em Campinas (SP)


Apoio às famílias

A Enaex Brasil custeou os funerais, conforme determina a legislação, já que o acidente ocorreu em ambiente de trabalho.


Identificação das vítimas

O sepultamento só foi possível após o trabalho da Polícia Científica do Paraná, que concluiu a identificação na última quinta-feira (21). Devido à força da explosão, os corpos sofreram grande deterioração, o que tornou o processo ainda mais desafiador.


Aproximadamente 80 profissionais atuaram no caso, utilizando técnicas de identificação genética e análise de impressões digitais. Para agilizar os procedimentos, perfis genéticos de familiares foram inseridos em sistema, permitindo agilidade e precisão na confirmação das identidades.


Tragédia

A tragédia, que também deixou sete feridos, ficará marcada na memória das comunidades de Quatro Barras e Campina Grande do Sul.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um homem e três mulheres suspeitos de envolvimento em um esquema de agiotagem. A ação aconteceu nesta sexta-feira (1°), em Curitiba. 


As prisões ocorreram durante o cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, no âmbito de uma investigação que apura os crimes de usura, ameaça, extorsão e associação criminosa em Campina Grande do Sul.

Foto: Fábio Dias/EPR
Foto: Fábio Dias/EPR

Conforme o delegado da PCPR Glaison Lima Rodrigues, durante a operação, foram apreendidos aparelhos celulares, máquinas de cartão e outros materiais que serão analisados para aprofundar as investigações.


“De acordo com as apurações, os investigados, de origem venezuelana, cobravam juros abusivos e utilizavam ameaças para garantir o pagamento das dívidas, o que caracteriza crime de agiotagem, além de indícios de outros delitos relacionados”, explica.

A investigação busca identificar novas vítimas e eventuais comparsas que possam ter participado do esquema. Todos os capturados foram encaminhados ao sistema penitenciário. 


DENÚNCIAS - A população ainda pode contribuir com investigações que estejam em andamento. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.


Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

O homem acusado de matar a própria mãe e esconder o corpo dentro de uma geladeira foi preso nesta quarta-feira (06). Ele foi encontrado em Campina Grande do Sul, na casa de um familiar, onde tentava se esconder. Desde que foi identificado como o principal suspeito do crime, havia um mandado de prisão em aberto contra ele.


A prisão foi realizada pela Delegacia do Alto Maracanã, em Colombo, onde as investigações tiveram início há 11 dias, após a descoberta do corpo da vítima.


Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

“Jaqueline da Silva, de 59 anos, estava desaparecida desde fevereiro e foi encontrada no dia 26 de julho dentro de uma geladeira desligada, deitada na horizontal, na casa onde vivia no bairro Guaraituba, em Colombo”, explicou o delegado Herculano de Abreu.

As investigações revelaram que o suspeito, que é filho da vítima, morava com ela e teria se mudado da residência depois de seu desaparecimento. Jaqueline não era vista pela família desde dezembro de 2024. O crime foi descoberto por outra filha da vítima, que encontrou o corpo em avançado estado de decomposição.


O nome do suspeito não foi divulgado. Usuário de drogas, ele foi preso temporariamente e será ouvido pelas autoridades nos próximos dias.

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