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A habilitação para dirigir ônibus e caminhões (categorias D e E, no Brasil) oferece várias vantagens para o condutor no mercado de trabalho. Estudos recentes indicam uma redução considerável no número de motoristas de caminhão no país. Entre 2015 e 2023, houve uma diminuição de aproximadamente 22% no total de motoristas habilitados para conduzir caminhões. Essa escassez de profissionais, tornam os habilitado nas categorias exigidas, um colaborador bastante procurado por grandes empresas com bons salários.


Profissionais que buscam qualificação, como cursos de direção defensiva, legislação de trânsito e especializações específicas (por exemplo, transporte de produtos perigosos - MOPP), tendem a ser mais valorizados. A familiaridade com tecnologias aplicadas ao transporte também é um diferencial importante no cenário atual. Ser um motorista habilitado com as categorias D (ônibus) e E (caminhões e carretas) no Sul do Brasil oferece vários pontos positivos, pois a região possui uma economia diversificada, com forte presença nos setores de transporte, logística, agronegócio e turismo, pois é um polo de produção agrícola e industrial, especialmente em estados como Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Há grande demanda por transporte de grãos, carnes, laticínios, madeira, e outros produtos.


Motoristas com habilitação E são muito procurados para atuar no transporte de cargas pesadas e longas distâncias, tanto dentro do país quanto em rotas para o Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai).


No Sul, os salários de motoristas profissionais tendem a ser mais altos do que a média nacional devido à forte demanda e ao desenvolvimento econômico da região. Além disso, as empresas costumam oferecer benefícios como diárias, hospedagem, refeições e bônus por produtividade.



Carreta utilizada para aulas da categoria E na Autoescola Gomes e Liz
Carreta utilizada para aulas da categoria E na Autoescola Gomes e Liz


Como definir o melhor Centro de Formação para adicionar categorias?

Escolher uma autoescola com estrutura e qualidade de ensino é fundamental para quem deseja começar corretamente na profissão de motorista profissional, em todas as categorias, em especial na D e E. Essa decisão impacta diretamente a formação, a segurança no trânsito e o sucesso na carreira. Uma autoescola bem estruturada oferece aulas práticas e teóricas completas, com foco não apenas em passar no exame, mas em formar motoristas confiantes e competentes para enfrentar os desafios da profissão. O aprendizado inclui manobras com veículos de grande porte, técnicas de direção defensiva e conhecimento das peculiaridades do transporte rodoviário. O Linkada News procurou a diretoria da Autoescola Gomes e Liz, localizada no Jardim Paulista em Campina Grande do Sul, com filial no centro de Quatro Barras, para saber mais sobre como é a missão de formar condutores para encarar o trânsito no dia-a-dia com responsabilidade. Entrevistamos a diretora geral do Centro de Formação Rubia Gomes de Liz, que explanou sobre o assunto.


"É essencial dominar não só as leis gerais de trânsito, mas também normas específicas, como as que regem o transporte coletivo, de cargas perigosas ou de cargas pesadas. Estamos constantemente oferecendo conteúdo detalhado e atualizado, ajudando os motoristas a evitar multas, penalidades e situações que possam comprometer seu trabalho, afinal, isto também é importante para os próprios profissionais e também para as empresas" disse.

Veja quais requisitos são exigidos para realizar a matrícula nas respectivas categorias:




Oportunidades Internacionais

A proximidade com outros países do Mercosul abre portas para motoristas habilitados que desejam trabalhar em rotas internacionais, transportando cargas ou passageiros entre o Brasil e países vizinhos.


Motoristas que dominam outro idioma, como espanhol, têm ainda mais chances de conquistar essas oportunidades. O transporte rodoviário é o principal meio de escoamento de produção no Brasil, e no Sul isso é ainda mais evidente devido à forte dependência do transporte terrestre. Isso garante estabilidade para motoristas qualificados.






Aqui estão os principais benefícios de possuir CNH com as categorias do topo da legislação brasileira:


1. Alta Demanda por Profissionais

  • O setor de transporte rodoviário, tanto de passageiros quanto de cargas, é essencial para a economia. Por isso, há uma demanda constante por motoristas qualificados, especialmente em empresas de logística, transporte coletivo e distribuição de produtos.


2. Possibilidade de Salários Atrativos

  • Motoristas de ônibus e caminhões frequentemente recebem salários superiores aos de motoristas de categorias menores. Além disso, podem obter benefícios adicionais, como vale-refeição, diárias de viagens, seguro de vida e bônus por desempenho.


3. Estabilidade no Mercado

  • O transporte de bens e pessoas é indispensável, independentemente da situação econômica. Isso oferece maior estabilidade para quem trabalha como motorista profissional nessas categorias.


4. Oportunidades em Diferentes Áreas

  • Com a habilitação D ou E, o condutor pode atuar em:

    • Transporte público (ônibus urbanos ou intermunicipais);

    • Transporte escolar;

    • Turismo e fretamento;

    • Transporte de cargas pesadas (em caminhões ou carretas);

    • Logística e distribuição.


5. Possibilidade de Trabalhar em Grandes Empresas

  • Empresas de transporte e logística frequentemente buscam motoristas profissionais com experiência e habilitação nas categorias superiores, oferecendo boas condições de trabalho e planos de carreira.


6. Oportunidade de Viagens

  • Para quem gosta de viajar, a profissão pode ser uma ótima opção, especialmente para motoristas de caminhões e ônibus de longa distância.


7. Valorização por Especializações

  • Motoristas com habilitação D ou E que possuem cursos complementares, como MOPP (Movimentação Operacional de Produtos Perigosos) ou treinamento para transporte coletivo de passageiros, são ainda mais valorizados no mercado.


8. Crescimento Pessoal e Profissional

  • Além do conhecimento técnico, a experiência de dirigir veículos de grande porte exige habilidades como responsabilidade, planejamento, atenção e resolução de problemas, que podem ser aplicadas em várias áreas da vida.


Considerações Importantes

  • Para obter as categorias D ou E, o condutor deve atender a requisitos como idade mínima, experiência com categorias anteriores (B ou C) e passar por exames médicos e psicológicos.


  • Investir na formação e qualificação constante aumenta as chances de conquistar melhores oportunidades no mercado.


Se você está pensando em se habilitar para essas categorias, está no caminho certo para acessar um mercado dinâmico e cheio de oportunidades.




Serviço:

A autoescola Gomes e Liz disponibiliza dois endereços para atender os pretensos condutores e oferece os cursos para todas as categorias, de moto a caminhão, além de ter um calendário bastante regular oferecendo cursos de reciclagem, para quem perdeu o direito de dirigir; curso para habilitados, com foco em continuar os treinamentos para quem já é habilitado e esta muito tempo sem dirigir e/ou para quem tem insegurança diante o trânsito.


A Gomes e Liz também conta com profissionais instrutores capacitados e que passam regularmente por treinamentos, com intuito de garantir a qualidade de ensino a todos os alunos/clientes, focados no aprendizado de todos, desde as aulas teóricas, até mesmo nas aulas práticas.


Por falar em aulas práticas, a Gomes e Liz tem a maior e melhor estrutura de toda região, com uma frota de veículos sem igual e equipados com o que há de mais moderno para o ensino nas vias, auxiliado pela tecnologia que garante a segurança dos pedestres, instrutores e principalmente dos alunos.


Mais sobre a Gomes e Liz.

De segunda a sexta, das 09h às 20h

Contato: (41) 3671-3171


Endereços:

Rua Nilce Terezinha Zanetti 886, Jardim Paulista em Campina Grande do Sul

Rua Sérgio, R. Antônio Ferreira Alves, 48 - Centro, Quatro Barras

Atualizado: 16 de jan. de 2025

Um jovem identificado como Leonardo Santos da Cruz, de 24 anos, foi morto a tiros na tarde deste sábado (04), na Rua Herbert, no Jardim Guairatuba, em Piraquara. O crime foi cometido com o uso de pistola e fuzil.


Foto: Divulgação Whatsapp Linkada News
Foto: Divulgação Whatsapp Linkada News

De acordo com informações repassadas à polícia, Leonardo estava em uma antiga distribuidora de bebidas quando três atiradores chegaram em um veículo prata e começaram a disparar. A vítima foi atingida por vários tiros e não resistiu aos ferimentos, falecendo antes da chegada do socorro médico.


A polícia informou que Leonardo tinha diversas passagens pelo sistema policial. O caso está sendo investigado pela delegacia de Piraquara. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba.



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Aqueles que forem convocados para trabalhar na data, devem estar atentos aos direitos reservados pela CLT Por Júlia Galvão, Folhapress


As comemorações do Natal e do Ano-Novo nas próximas semanas marcam o fim do calendário de feriados de 2024. O primeiro feriado será em uma quarta-feira (25), mesmo dia da semana em que o ano de 2025 será iniciado (1º). Confira abaixo as principais dúvidas. Além de uma oportunidade de se reunir com familiares e amigos, as datas também representam a chance de alguns trabalhadores ganharem um dia extra de descanso em sua semana. Aqueles que forem convocados para trabalhar na data, devem estar atentos aos direitos reservados pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).


Por estarem dispostos no meio da semana, nenhuma das comemorações conta com a possibilidade de se tornar feriado prolongado. Neste ano, apenas quatro feriados se estenderam por mais de um dia da semana -três deles no primeiro trimestre e o quarto na Proclamação da República.


O ano de 2025 promete trazer mais descanso aos trabalhadores brasileiros, com nove dos 13 feriados nacionais em dias úteis de trabalho. Além das comemorações nacionais, é possível também que os feriados estaduais e municipais garantam jornadas semanais mais curtas.


Quem pode trabalhar no feriado?

Legalmente, o trabalho em feriados deve ser exercido somente por aqueles que atuam em serviços essenciais indicados pelo MTE (Ministério do Trabalho e do Emprego), como os serviços de assistência à saúde, trânsito, telecomunicações, indústrias, assistência social e serviços funerários. Para os trabalhadores desse setor, não há nenhuma alteração na escala de trabalho. Dependendo da atividade que é exercida pela empresa, é possível que o trabalhador seja convocado para trabalhar nas duas datas.


O advogado trabalhista do L.O. Baptista, Peterson Muta, explica que, para outros casos, a convocação para trabalho no Natal ou no Ano-Novo deve ter justificativa como nos demais feriados existentes ao longo do ano. Em alguns casos, a convocação pode acontecer por necessidade extrema, mas é necessário reforçar a importância do empregado receber a folga compensatória ou, se necessário, formalizar os dias de trabalho por meio de acordo sindical.


Apesar da convocação, é comum que as empresas ofertem a possibilidade de dispensa mais cedo. Além dos empregados contratados no regime da CLT, é também possível que trabalhadores temporários sejam convocados nestas datas. A compensação nesses casos acontece da mesma forma que com trabalhados fixos.


Foto: Cris Faga/Estadão
Foto: Cris Faga/Estadão

Compensação

A compensação para aqueles que trabalham em feriados deve acontecer por meio da remuneração em dobro ou pela concessão de folgas. A escolha entre as duas opções costuma ser negociada previamente em contrato pelas duas partes e, dependendo do caso, deve passar por aprovação sindical. Como funcionam as vésperas e emendas? As vésperas e as emendas de feriado não são previstas em lei e, por esse motivo, funcionam como dias regulares de trabalho. É comum que algumas empresas negociem ao longo do ano o trabalho em regime extraordinário para as horas trabalhadas serem compensadas nas emendas de feriados. Em outras situações, a liberação do trabalho acontece sem exigência de compensação.


“Todo e qualquer ato isentando o trabalho na véspera ou reduzindo o período da jornada de trabalho está no poder de decisão da empresa. Se a empresa exigir que o empregado trabalhe normalmente nas vésperas dos feriados, não há nenhum benefício em razão do trabalho realizado neste período” afirma Muta.

Férias coletivas

A sócia e especialista em direito do trabalho do Urbano Vitalino Advogados, Silvia Monteiro, afirma que as férias coletivas são definidas a exclusivo critério da empresa, que tem a possibilidade de estabelecer o período desde que atenda aos requisitos previstos em lei. É necessário assim, que as férias sejam concedidas para a totalidade de empregados de uma empresa, ou para a totalidade de empregados de um departamento; devem ser comunicadas ao Ministério do Trabalho, ao sindicato da categoria e aos empregados com pelo menos 15 dias de antecedência; precisam ser concedidas por, no mínimo, dez dias.


“Para evitar conflitos, recomenda-se que a empresa tenha uma comunicação clara com seus colaboradores, e informe o quanto antes da intenção de conceder férias coletivas, a fim de que possam se programar para usufruir do período de descanso” afirma a advogada.

Trabalho nos finais de semana

Entre a comemoração do Natal e a do Ano-Novo, os trabalhadores também encontram um final de semana. Se a escala do indivíduo já incluir essa data como dias de trabalho, não há nenhuma alteração -mesmo para aqueles que trabalharam no feriado. Caso a convocação aconteça de forma extraordinária, o trabalhador terá direito a receber uma compensação.


É possível também que o trabalhador recuse o pedido a partir da observação dos prazos legais. Trabalhadores intermitentes Os trabalhadores intermitentes são aqueles que prestam serviço de forma não continuada e que recebem pelo total de horas trabalhadas. Silvia explica que é possível que esses profissionais sejam convocados com pelo menos três dias de antecedência.


“O trabalhador intermitente, todavia, pode recusar o trabalho neste dia ou não responder, o que presumirá sua não aceitação, sem nenhuma consequência. Caso trabalhe, terá direito à remuneração em dobro, por se tratar de dia de descanso” afirma.

Na sexta-feira (13), o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por 8 votos a 3, que o contrato de trabalho intermitente é constitucional. Neste contrato, o profissional recebe por hora, dia ou mês, sendo que o valor não pode ser inferior à hora referente ao salário mínimo.


O que o trabalhador pode fazer se não receber compensação?

Aqueles que trabalharem nos feriados e não receberem compensação podem propor ação trabalhista com pedido de pagamento de horas extras em dobro.


“Além disso, eventual falta de compensação poderá ser motivo de autuação da empresa pelo Ministério do Trabalho com imposição de multa administrativa por infração à lei” diz o advogado Peterson Muta.

Dicas para garantir um bom ambiente de trabalho

A advogada Silvia Monteiro também dá algumas dicas para que os recessos de fim de ano não conflitos entre empresas e funcionários:

  1. Reforce o conhecimento sobre as leis: garanta que o setor de Recursos Humanos esteja atualizado sobre as regras trabalhistas aplicáveis;

  2. Documente tudo: registre acordos e comunicações internas para ter respaldo em caso de questionamentos futuros;

  3. Considere o impacto operacional: planeje férias coletivas e escalas de forma a garantir a continuidade das operações sem sobrecarregar os funcionários;

  4. Revise políticas internas: certifique-se de que políticas de banco de horas, compensação e escalas estejam claras e atualizadas;

  5. Treine lideranças: supervisores e gestores devem estar cientes das melhores práticas para lidar com a equipe durante períodos críticos;

  6. Implemente soluções tecnológicas: ferramentas de gestão de escalas e bancos de horas podem facilitar o planejamento e a transparência.





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