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Moradores de Quatro Barras e Campina Grande do Sul notaram a ação da Polícia Civil ocorrida na madrugada e inicio da manhã desta quarta-feira (14), cumprindo 12 mandados de prisão e 15 de busca e apreensão contra um grupo criminoso investigado por uma série de roubos de cargas na Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), que causaram prejuízo de R$ cerca de 3 milhões. A operação aconteceu simultaneamente em Curitiba, Campina Grande do Sul, Quatro Barras e Corbélia.




A ação contou com o apoio aéreo e de mais 60 agentes que, segundo a Polícia Civil, é resultado de investigações sobre um suposto roubo de carga ocorrido em outubro de 2024, em Campina Grande do Sul.


Conforme as apurações, o motorista que transportava a carga teve participação no crime. Ele teria sido aliciado pelos criminosos e noticiado um falso roubo. A partir de então, os envolvidos passaram a ser monitorados e contatou-se a relação do bando com diversos roubos de cargas praticados na região de Curitiba e na cidade de Barra do Turvo, em São Paulo.



De acordo com a polícia, os criminosos circulavam pela BR-116, na divisa entre o Paraná e São Paulo, à procura de caminhões que transportavam equipamentos eletrônicos. Apenas entre janeiro e maio deste ano, foram pelo menos 12 abordagens a caminhões para o roubo das cargas.


Após a abordagem aos caminhoneiros, os criminosos levavam as vítimas para estradas de terra nas imediações da rodovia, onde realizavam o transbordo das cargas roubadas para outros veículos.




Com informações da Polícia Civil do Paraná.

Campina Grande do Sul se despede, com o coração apertado, de uma de suas figuras mais queridas: o padre José Messias de Almeida Santos, pároco do Santuário Nossa Senhora de Fátima. Após 30 anos de dedicação ao município — sendo 27 deles à frente da paróquia — ele se prepara para uma nova missão pastoral, desta vez na cidade de Matinhos, no litoral do Paraná.

 

A transferência foi anunciada oficialmente pelo bispo diocesano Dom Edmar na última sexta-feira (11), como parte de uma série de mudanças no clero que entram em vigor no dia 1º de junho. As alterações, definidas em reunião com o Colégio de Consultores, têm como objetivo atender às necessidades das comunidades e renovar o espírito missionário da Diocese de Paranaguá.


Em um trecho da carta aberta à comunidade e aos fiéis, Padre Messias explana sobre o fato

"De acordo com a reunião do Colégio de consultores, ocorrida no dia 20 de março de 2025, e em unidade com o Bispo Diocesano Dom Edmar Peron, o qual fez uma série de transferências na Diocese, e entre elas eu fui incluído. Na celebração da Missa expressei-me que no dia da minha ordenação, o Bispo faz para o candidato ao sacerdócio uma serie de indagações, entre elas: "Prometes obediência a mim e a meus sucessores?", na ocasião, respondi que "sim". Nesta hora da minha transferência para a Paróquia São Pedro Apostolo em Matinhos/PR, estarei estritamente unido ao Bispo, bem como exercitando este "sim" que pronunciei no dia da minha ordenação."

 


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Dom Edmar reconheceu que a mudança é marcada por sentimentos de despedida, mas reforçou que ela faz parte do caminho de serviço da Igreja. Ele também convocou os fiéis a manterem suas orações pelos padres que assumirão novos desafios, bem como por toda a Diocese.


Foto: Pascom / Santuário Nossa Senhora de Fátima
Foto: Pascom / Santuário Nossa Senhora de Fátima



VOCÊ CONCORDA COM ESTA MUDANÇA DO PADRE MESSIAS?

  • Não. A comunidade perde com isso!

  • Sim. Já estava na hora de uma novidade na paróquia




Um ciclo que se encerra com gratidão

A saída do padre Messias marca o fim de um importante capítulo na história da comunidade católica local. Ao longo de três décadas, ele não apenas conduziu celebrações, mas também participou ativamente da vida social da cidade, se tornando uma referência de fé e solidariedade.

 

O novo destino do sacerdote será a Paróquia São Pedro Apóstolo, em Matinhos. Já o Santuário de Fátima em Campina Grande do Sul será assumido pelo padre Osvaldo Reginato, atual pároco da comunidade litorânea.


Despedida com festa e emoção

A missa de despedida do padre Messias está marcada para o dia 23 de maio, às 19h, no Santuário. Após a celebração, a comunidade organizará um jantar de confraternização. Os convites custam R$ 50 e toda a arrecadação será revertida como forma de homenagem ao sacerdote, em agradecimento pelos anos de serviço e dedicação.

 

A posse oficial de padre Messias em Matinhos ocorrerá no dia 1º de junho, mesma data em que Campina Grande do Sul acolherá seu novo pároco. Os detalhes da celebração ainda serão divulgados.




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Palavras do coração

Durante a missa do último domingo (12), transmitida ao vivo pelas redes sociais do santuário, padre Messias falou com emoção sobre sua transferência e deixou uma mensagem de carinho à comunidade.

 

“Está nas redes sociais, então agora é oficial. Serei transferido para Matinhos. Mas levo cada um de vocês comigo. Não vou sair daqui — só o corpo vai, o coração fica bem rasgadinho”, declarou, emocionado.

A última Festa de Fátima será a maior de todas

Antes da despedida, o sacerdote promete realizar a maior Festa de Nossa Senhora de Fátima da história da paróquia.


“Será nossa última festa juntos, e ela precisa ser inesquecível. Nada de desânimo. Vamos celebrar nossa fé com alegria e intensidade”, destacou.

 

Uma vida dedicada à fé e ao povo

Natural de Carlos Chagas (MG), criado no Espírito Santo e com passagem pelo comércio em São Paulo, padre Messias atendeu ao chamado vocacional e foi ordenado em 1997 — a primeira ordenação sacerdotal em Campina Grande do Sul.

 

Desde então, sua atuação foi marcada pelo envolvimento direto com a comunidade. Idealizou a construção do atual Santuário, inspirado na Basílica de Fátima, e fundou a Associação Frei Miguel, que oferece apoio social e formação profissional a jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.

 

Seu legado é de fé, dedicação, visão pastoral e compromisso com os que mais precisam. E, mesmo partindo para outra missão, o padre Messias deixa uma marca profunda no coração de Campina Grande do Sul — e uma saudade difícil de medir.

 


O motorista Douglas Barea, preso após ser flagrado dirigindo sob efeito de drogas e de forma perigosa na última sexta-feira (4), na BR-116, foi solto após pagar uma fiança de um salário mínimo (R$ 1.518). O caso aconteceu em Campina Grande do Sul.


O caminhoneiro foi filmado quase tombando sobre a rodovia enquanto “fechava” outros veículos. Após denúncias à Polícia Rodoviária Federal (PRF), os agentes conseguiram abordá-lo e encontraram cartelas de Nobésio – conhecido como “rebite” – no interior da cabine do veículo. Em depoimento à polícia, porém, Douglas afirmou não ter consumido drogas. O boletim de ocorrência, contudo, aponta que Douglas “apresentava sinais de alteração da capacidade psicomotora”.



O motorista também revelou ter se envolvido em uma discussão de trânsito momentos antes da prisão, o que o teria motivado a realizar as manobras perigosas. Ele alega que o condutor de um veículo Gol arremessou uma barra de ferro contra o caminhão dele.


“Ele já tinha forçado eu a parar antes. […] Ele passou do meu lado e arremessou, sentido minha cabine, uma barra de ferro. […] Por isso, eu não queria deixar ele passar. Eu não sabia o que podia acontecer… Se ele estava tentando me roubar, o que tava acontecendo. Essa é a questão”, afirmou ele durante depoimento à Polícia Civil.

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) se manifestou a favor da concessão de liberdade provisória ao caminhoneiro mediante à imposição de medidas cautelares.


“Por se tratar de crime de trânsito relacionado a um dos principais fatores de risco à Segurança Viária (beber e dirigir), requer-se seja imposta ao flagrante a DOUGLAS BAREA a medida cautelar prevista no art. 294, da Lei n. 9.503/1997 (que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro), para que seja determinada a suspensão preventiva da licença para dirigir”, pediu o promotor Cássio Honorato.

A juíza Fabiana Christina Ferrari afirmou que a imposição de medidas cautelares seriam suficientes para a manutenção da ordem pública e que não havia indícios que pudessem “colocar em risco a instrução processual ou a aplicação da lei penal”.



Divulgação Redes Sociais


Veja algumas das medidas cautelares impostas:

proibição de frequentar bares, prostíbulos e congêneres;

fiança no valor um salário mínimo nacional;

suspensão da habilitação para dirigir veículo automotor.


A reportagem procurou a defesa do motorista, mas não obteve retorno até esta publicação. O espaço segue aberto.


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