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Gilmar Arrais Varela, de 42 anos, pai de quatro filhos, foi o homem assassinado por um 'conhecido' a golpes de socos e chutes no Jardim Araçatuba em Campina Grande do Sul. O crime aconteceu a luz do dia no último sábado, 05 de julho e motivação do crime teria sido algumas palavras ofensivas proferidas por Gilmar envolvendo a mãe do suspeito, que teria falecido há pouco tempo.


Foto: Arquivo Redes Sociais de Gilmar
Foto: Arquivo Redes Sociais de Gilmar

Ao ser detido pelas forças de segurança, o autor do crime afirmou que faz uso de medicamentos controlados para tratar de problemas psicológicos e perdeu a noção ao ouvir xingamentos à sua mãe.




Segundo informações obtidas com populares e vizinhos da Rua Felipe Mocelin, local do acontecimento, os homens envolvidos nesta tragédia consumiam bebidas alcoólicas, o que teria potencializado o fato. Uma segunda vítima também sofreu agressões por parte do mesmo suspeito, mas teve a sorte que Gilmar não teve, sendo socorrida a tempo.


“Entrou como uma ocorrência de vias de fato. Viemos até o local e foi constatado o cidadão já estava em óbito”, afirmou o agente da Guarda Civil Municipal Mattos, que atendeu a ocorrência.


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Gilmar foi sepultado nesta segunda-feira (7), no cemitério de Campina Grande do Sul. A ex-mulher dele comentou que levou os filhos para ver o pai, após saberem da notícia do crime.


“As crianças estão arrasadas, sinto muito pela dor dos meus filhos” disse a ex-mulher de Gilmar.

A Polícia Civil investiga o crime. DENÚNCIAS - A população ainda pode contribuir com investigações que estejam em andamento. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.




A Vara Criminal de Quatro Barras aceitou a denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR), contra o homem de 39 anos suspeito de submeter a esposa a sessões de tortura por seis dias. As violações e crimes aconteceram no mês de maio do corrente ano.


O conteúdo da denúncia é bastante robusto e versa que a vítima teria sido obrigada a prestar serviços domésticos sob ameaça de morte, sendo neste período várias vezes agredida fisicamente, impedida de utilizar o celular para comunicação e teve o cabelo cortado com um machado, além de ter sofrido por várias vezes o abuso psicológico.


Foto: Reprodução/ RICtv
Foto: Reprodução/ RICtv
“Impondo uma relação de subordinação e dominação, o denunciado submeteu a vítima […] a intenso sofrimento físico e mental como forma de aplicar castigo pessoal, na medida em que, com emprego de violência progressiva e grave ameaça constante, a agrediu fisicamente de forma reiterada” diz trecho da denúncia.

Ainda de acordo com o (MPPR), o momento mais tenso teria sido quando o homem sugeriu que a vítima se despedisse do filho, insinuando que tiraria sua vida e depois queimaria o seu corpo em uma fogueira.


O homem está preso na Cadeia Pública de Curitiba. Ele responde por tortura praticada no contexto de violência doméstica. O processo segue em andamento.






A Polícia Civil do Paraná (PCPR) em conjunto com a Polícia Militar do Paraná (PMPR), prenderam dois homens durante uma operação que visa a prevenção e repressão da criminalidade. A ação ocorreu na última quinta-feira (26), em Piraquara.


Foto: PCPR
Foto: PCPR

Um dos indivíduos foi preso por força de um mandado de prisão referente a um crime de roubo ocorrido em 2022, enquanto o outro homem foi preso em flagrante por tráfico de drogas.


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A operação aconteceu no bairro Vila Fuck, onde um homem, de 22 anos, foi abordado. Durante a revista pessoal, foi encontrada uma pequena quantidade de drogas. Conforme o delegado da PCPR Thiago Andrade, após consulta nos sistemas, foi constatado que havia um mandado de prisão em aberto em desfavor do homem, sendo prontamente preso.


“Ainda no bairro, um homem de 40 anos foi abordado em um local de intenso comércio de drogas. Durante a revista, foram encontradas drogas e dinheiro, e o homem foi autuado em flagrante por tráfico de drogas”, completou.

Os indivíduos foram encaminhados ao sistema penitenciário.


DENÚNCIAS - A população pode contribuir com investigações que estejam em andamento. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.


Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

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